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Açúcar: Clima adverso na Ásia e para nova safra do Centro-Sul do BR dão suporte para NY e Londres

Publicado em 09/02/2024 16:07 e atualizado em 12/02/2024 10:57
Safras & Mercado corta em 10 milhões de toneladas sua estimativa para nova safra do Brasil, para 650 milhões de t

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As cotações futuras do açúcar finalizaram esta sexta-feira (09) com alta leve nas bolsas de Nova York e Londres, mas o acumulado semanal foi expressivo. O mercado se atenta aos temores com a oferta, principalmente com foco na nova safra do Centro-Sul do Brasil e Ásia.

O vencimento mais negociado do açúcar bruto na Bolsa de Nova York teve valorização de 0,17% no dia, cotado a 24,02 cents/lb, com máxima em 24,42 cents/lb e mínima de 23,86 cents/lb. No terminal de Londres, o primeiro contrato saltou 0,12%, a US$ 654,40 a tonelada.

No acumulado da semana, o principal vencimento do adoçante no mercado norte-americano subiu 2,08%.

O mercado do açúcar trabalhou a maior parte desta sexta-feira em alta nas bolsas com foco nos temores com a oferta. Além das contínuas preocupações sobre as safras asiáticas, de Índia e Tailândia, as preocupações sobre a nova safra do Centro-Sul aumentaram.

Nesta sexta-feira, por exemplo, a Safras & Mercado atualizou sua estimativa para a safra 2024/25 da região para 650 milhões de toneladas, um corte de 10 milhões de toneladas ante a estimativa anterior. Em dezembro, a estimativa era de 670 milhões de t.

Segundo Maurício Muruci, analista da consultoria, este ajuste ocorre em função das chuvas fracas nos canaviais da região, que se mostram entre 13% a 17% abaixo da média desde dezembro de 2023, perdurando sobre janeiro de 2024 e agora, segundo os mapas de clima mais atualizados, sobre fevereiro de 2024.

Leia mais:

+ Cana: Safras revisa para baixo moagem no Brasil para 650 mi t na temporada 2024/25

Das outras origens, durante esta semana, uma entidade das usinas tailandesas cortou sua estimativa de produção de açúcar no país em 2023/24 para 7 milhões de toneladas a 7,5 milhões de toneladas, ante 7 milhões a 8 milhões de toneladas.

Na semana passada, a Associação Indiana de Usinas de Açúcar (ISMA, na sigla em inglês) informou que a produção de açúcar do país, segundo maior produtor do mundo, tem queda de mais de 3% no acumulado da safra, totalizando 18,7 milhões de toneladas.

Do lado da demanda, o cenário é bastante positivo. O Brasil exportou 3,202 milhões de t em janeiro (22 dias úteis), com receita acumulada de mais de US$ 1,689 bilhão, segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex). O volume é quase 60% que um ano atrás.

No financeiro, o açúcar também encontrou suporte da alta do petróleo no cenário internacional. O óleo impacta diretamente na decisão sobre o mix das usinas. Além disso, o dólar tinha queda sobre o real, o que também dá suporte aos preços, pois desencoraja exportações.

MERCADO INTERNO

O mercado paulista permanece valorizado neste início de fevereiro. No último dia de negociação, o Indicador CEPEA/ESALQ do açúcar, cor Icumsa de 130 a 180, mercado paulista, ficou a R$ 147,67 a saca de 50 kg com valorização de 0,84%.

Nas regiões Norte e Nordeste, o açúcar ficou cotado a R$ 152,60 – estável, segundo dados coletados pela consultoria Datagro. Já o açúcar VHP, em Santos (SP), tinha no último dia de apuração o preço FOB a US$ 25,22 c/lb e valorização de 0,41%.

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Por:
Jhonatas Simião | Instagram @jhonatassimiao
Fonte:
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